quinta-feira, 4 de abril de 2019

Fique por dentro!!! O tratamento de água




O "Tratamento de Água" é um longo processo de transformação pelo qual a água passa, até chegar em condições de uso para abastecer a população, independente da função que ela terá.
Assim, depois de captada nos rios barragens ou poços, a água é levada para a estação de tratamento, onde passa por várias etapas, que será mais complexo dependendo das impurezas existentes na água.
Etapas de Tratamento da Água
O tratamento de água é feito por químicos, biólogos, ou outros profissionais de áreas laboratoriais, que seguem várias etapas, a saber:
Oxidação: a primeira etapa do processo é misturar cloro na água para oxidar os metais presentes, principalmente o ferro e o manganês, que se apresentam dissolvidos na água.
Coagulação e Floculação: a água é misturada com o sulfato de alumínio, um coagulante que possui propriedades que ajudam a formar flocos gelatinosos, que vai servir para unir as impurezas e facilitar sua remoção. A floculação irá agitar a água, com a ajuda de pás giratórias.
Decantação: nessa etapa, a água passa lentamente pelos decantadores, permanecendo assim de 2 a 3 horas. Esse processo facilita que os flocos de impurezas se depositem no fundo do decantador.
Filtração: após passar pelos decantadores, a água vai para os filtros, onde são retiradas as impurezas que permanecem na água. Os filtros são formados por camadas de carvão ativado, que retira o odor e o sabor das substâncias químicas utilizadas. Por areia, que filtra as impurezas restantes e por cascalho que tem a função de sustentar a areia e o carão.
Desinfecção: o cloro é usado para a destruição de micro-organismos presentes na água. A ozonização e a exposição à radiação ultravioleta também podem ser usadas nesse processo.
Fluoretação: depois de ser filtrada, a água já está potável, nessa etapa é adicionado cloro e o flúor para a prevenção de cáries.
Correção do pH: nessa etapa, se necessário, é adicionado mais cal hidratado para a correção do pH.
Ortopolifosfato de Sódio: é acrescentado na última etapa, para proteger a tubulação contra a corrosão e a oxidação.
Por fim, a água está pronta para o consumo, permanecendo armazenada em reservatórios fechados e impermeabilizados, para então ser distribuída para a população.
O complemento de todo esse processo é um trabalho contínuo de conservação e vigilância, com a tomada de amostras em diversos pontos do sistema e análises físicas, químicas e biológicas, para garantir a qualidade sanitária da água a ser consumida.
(Fonte:todamatéria)

segunda-feira, 25 de março de 2019

O risco da perfuração de poços artesianos.




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O risco da perfuração de poços artesianos.

Artigo de Dirceu D’Alkmin Telles, consultor da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT)
A escassez de chuvas acabou por despertar a busca por fontes alternativas de água. Em meio a algumas iniciativas louváveis, surgem outras que causam preocupação. É o caso da grande maioria dos poços artesianos perfurados atualmente.
Mesmo com a fiscalização do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), a maioria absoluta dos poços é clandestina e opera de forma inadequada, o que pode contaminar aquíferos, particularmente quando são desativados. Em Ribeirão Preto, conforme o Plano de Saneamento Básico do município há 82 poços nessas condições que afetam o Aquífero Guarani, reservatório subterrâneo com capacidade de 37 milhões de quilômetros cúbicos de água que ocupa áreas no Uruguai, na Argentina, no Paraguai e, principalmente, no Brasil.
Poços clandestinos também expõem a população a graves problemas de saúde. Sem prévia análise técnica, corre-se o risco de se utilizar água proveniente de aquíferos de solos contaminados. Esse tipo de comprometimento é o principal limitador de empreendimentos imobiliários no Estado de São Paulo. A descontaminação é trabalhosa, demorada e inviável economicamente.
A exploração excessiva compromete os níveis dos aquíferos. No caso Aquífero Guarani, o Programa Estratégico elaborado por pesquisadores dos quatro países em 2009 aponta a perda de capacidade como resultada da extração em níveis superiores à recarga e propõe a restrição à perfuração de poços.
Ainda assim, a alternativa se populariza entre condomínios. Boa parte da capital paulista situa-se sobre o Aquífero São Paulo, que ocupa cerca de 1.000 km² que abrangem ainda Guarulhos, São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes e outras cidades. Sua vazão ideal é de 2,8 litros por segundo, podendo chegar a 11 litros por segundo. No caso de um condomínio que possua 100 apartamentos, cada um habitado por cinco pessoas, o consumo giraria por volta de 100 mil litros diários.
A água de reuso pode atender a fins menos exigentes quanto à qualidade e, dessa forma, reduzir o consumo da água tratada, que deve ter como destino usos mais nobres. Um projeto nesse sentido deve priorizar o tratamento de água que já foi usada ou o aproveitamento de águas de chuva. Um projeto de reúso deve considerar, primeiramente, a qualidade da água a ser reutilizada e a qualidade exigida pelo futuro aproveitamento. Esta questão deverá definir a metodologia (processos de tratamento) a ser aplicada no tratamento e o seu custo.
(fonte: aecweb)



sábado, 23 de fevereiro de 2019

Qual a importância do Saneamento Básico e seus principais benefícios?




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A importância do Saneamento Básico e seus principais benefícios.

 

Saneamento básico é o conjunto medidas que visam garantir a preservação ambiental e manutenção de resíduos, através de serviços de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, drenagem, limpeza urbana e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais. Trata-se de serviços que podem ser prestados por empresas públicas ou, em regime de concessão, por empresas privadas, sendo esses serviços considerados essenciais, tendo em vista a necessidade imperiosa destes por parte da população, além da sua importância para a saúde de toda a sociedade e para o meio ambiente.
Com a finalidade de diminuir o impacto ambiental, promover o aumento da qualidade de vida da população e a prevenção de doenças, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei nº. 11.445/2007.
- Saneamento básico no Brasil
O atraso relativo do Brasil na área de saneamento tem uma origem histórica distante. Há 50 anos apenas uma em cada três moradias estava ligada à rede geral de coleta de esgoto. Isso significa dizer que apenas 1/3 da população tinha o esgoto afastado de seu local de residência. No que respeita ao tratamento a situação era muito pior: do esgoto coletado, sequer 5% recebia algum tratamento antes do despejo no meio ambiente. Nas últimas décadas a situação melhorou, embora em ritmo ainda lento. Em 2010, o número de domicílios com banheiro ligado à rede geral de coleta ou pluvial alcançou 31,5 milhões, segundo dados do Censo Demográfico (IBGE). A parcela das moradias cobertas com esse sistema passou para 55%, graças ao fato de o ritmo de crescimento das moradias com acesso, de 4,6% ao ano, ter superado a taxa de expansão do número total de domicílios, que foi de 3,5% ao ano de 1950 para cá.
Apesar das conquistas sociais que o Brasil conquistou na última década, ainda falta muito para avançar na questão do saneamento básico. Um levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que o país não conseguirá alcançar a universalização do sistema nos próximos 20 anos se o trabalho de implantar serviços de água e esgoto continuar no ritmo observado. A pesquisa, chamada de Ranking do Saneamento Básico nas 100 Maiores Cidades, inclui os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do ano base de 2012.
A conclusão aponta para uma lentidão nos investimentos no saneamento por parte das três esferas de governo — nacional, estadual e municipal. O projeto de contemplar 100% das localidades brasileiras com saneamento básico nos próximos 20 anos, portanto, já está comprometido. Entretanto, uma melhora foi constatada, a população atendida com água tratada dos 100 maiores municípios passou de 82,7%, em 2012, para 92,2%, em 2013. Do universo de 100 municípios, 22 têm 100% de atendimento dos serviços de saneamento e 89 cidades possuem 80% de suas populações atendidas por rede de esgoto e água.
- Benefícios resultantes do saneamento básico
Saneamento é um fator essencial para o desenvolvimento econômico e social de um país, os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam à melhoria da qualidade de vidas das pessoas, sobretudo na saúde infantil com redução da mortalidade infantil, melhorias na educação, na expansão do turismo, na valorização dos imóveis, na renda do trabalhador, na despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos, etc.
Um estudo do Instituto Trata Brasil, em parceria com o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), aborda os benefícios da expansão do saneamento brasileiro evidenciando a saúde, educação, valorização imobiliária e na produtividade (trabalho e renda). O pequeno avanço do saneamento básico no país contribuiu para que diversos setores econômicos e sociais fossem prejudicados ao longo das últimas décadas. A posição de 112º entre outros 200 países no Ranking do Saneamento confirmam as dificuldades do Brasil frente ao setor.
(Fonte: Instituto Trata Brasil)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Qual a importância da Sustentabilidade?




Qual a importância da Sustentabilidade?

A sustentabilidade é uma preocupação crescente, uma vez que os recursos naturais estão cada vez mais ameaçados em consequência da ação humana.
São cada vez mais evidentes os impactos negativos que o homem provoca na natureza. A poluição, a destruição de habitats, o acúmulo de resíduos sólidos e a diminuição rápida da biodiversidade são apenas alguns dos exemplos dos problemas ambientais gerados pela ação do homem na atualidade.
Uma das palavras mais utilizadas atualmente para falar de meio ambiente e dos impactos negativos causados pelo homem é sustentabilidade, termo que possui os mais variados significados. Em Biologia, por exemplo, relaciona-se com a capacidade dos ecossistemas de recuperarem-se das agressões do homem e até mesmo do próprio meio ambiente. A sustentabilidade também pode ser usada em conjunto com a palavra desenvolvimento e, nesse caso, referir-se às maneiras de evitar o esgotamento dos nossos recursos naturais e conseguir atender as necessidades da população atual.
De uma maneira geral, podemos falar que a sustentabilidade é a capacidade de manter-se. Quando utilizamos os recursos naturais de maneira sustentável, por exemplo, eles conseguem manter-se por vários anos, não se esgotando facilmente. Percebemos, portanto, que um desenvolvimento sustentável é aquele que não provoca a escassez ou esgotamento de recursos e permite que estes atendam as necessidades das futuras gerações e também as nossas.
(Fonte: modoeducacao)

domingo, 10 de fevereiro de 2019

A importância da água no nosso planeta



Importância da Água

a) Necessidade da água
A água constitui um elemento essencial à vida animal e vegetal. Seu papel no desenvolvimento da civilização é reconhecido desde a mais alta antiguidade; Hipócrates (460-354 A.C.) já afirmava: "a influência da água sobre a saúde é muito grande".
O homem tem necessidade de água de qualidade adequada e em quantidade suficiente para todas suas necessidades, não só para proteção de sua saúde, como também para o seu desenvolvimento econômico. Assinale-se que a quantidade e a qualidade de água a ser utilizada num sistema de abastecimento estão intimamente relacionados as características do manancial. 
b) Importância sanitária do abastecimento de água
A importância sanitária da água é das mais ponderáveis; a implantação ou melhoria dos serviços de abastecimento de água traz como resultado uma rápida e sensível melhoria na saúde e nas condições de vida de uma comunidade, principalmente através do controle e prevenção de doenças, da promoção de hábitos higiênicos, do desenvolvimento de esportes, como a natação, e da melhoria da limpeza pública; reflete-se também, no estabelecimento de meios que importam em melhoria do conforto e da segurança coletiva, como instalação de ar condicionado e de aparelhamento de combate a incêndios. Constitui o melhor investimento em benefício da saúde pública.
Ressalta-se, assim, conforme tem sido constatado em muitos lugares, que a implantação ou melhoria dos sistemas de abastecimento de água traz como consequência uma diminuição sensível na incidência das doenças relacionadas a água. Estes efeitos benéficos se acentuam bastante com a implantação e melhoria dos sistemas de esgotos sanitário. Por outro lado, tem também sido constatado que a implantação de sistemas adequados de abastecimento de água e de destino dos dejetos, a par da diminuição das doenças transmissíveis pela água, indiretamente ocorre a diminuição da incidência de uma série de outras doenças não relacionadas diretamente aos excretos ou ao abastecimento de água (Efeito Mills Reincke).
Acesse nosso site: www.h2oonline.com.br


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Para que serve o sistema de filtração de água??





Para que serve o sistema de filtração de água??

Filtração

As águas de oceanos, rios, lagos, e lençóis subterrâneos, contêm sais, sólidos em suspensão, microrganismos e detritos que devem ser retirados. Os filtros removem partículas e melhoram cor, odor e sabor. Na filtração física, a simples retro lavagem deixa o filtro novo, pronto para mais uma etapa de filtração, na filtração química, normalmente o meio filtrante deve ser regenerado ou trocado.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) define água potável como:
Apresentar aspecto límpido e transparente;
Não apresenta cheiro ou gosto objetável;
Não contém microrganismos que possam causar doenças ao ser humano;
Não contém substâncias em concentrações que possam causar prejuízo à saúde.
Dependendo do uso a qualidade da água pode ser incrementada combinando outros tratamentos como a desinfecção por radiação ultravioleta, redução de dureza ou abrandamento com a retirada de cálcio e magnésio.
Arejamento seguido de filtração
arejamento é um processo físico que permite o contato da água com o ar, provocando a precipitação do ferro e do manganês dissolvidos (ou, no caso do sulfito de hidrogênio, a libertação de gases). É o método mais econômico para tratar grandes volumes de água, sendo, normalmente, seguido de filtração. Na filtração é importante saber o tamanho das partículas a retirar, pois determina o tipo de filtro. Um filtro de areia é para partículas de 5 a 25 micra e acima, não vai retirar bactérias e vírus com tamanho entre 0,1 e 10 micra.
-01 Mícron é a milésima parte do milímetro (1/1000 mm) Micra ( µ )= plural de mícron
-01 Nanômetro = milésima parte do mícron (1/1000 µ)
-1  (milimicra) = 1 nanometro (nm) = 10 Angstrons
-1 Angstron = 1/10.000.000 mm
Na filtração é importante saber o tamanho das partículas a retirar, pois determinam o filtro. Um filtro de areia se usa para partículas de 5 a 25 micra e acima; não vai conseguir nunca retirar bactérias e vírus com tamanho entre 0,1 e 10 micra.
Filtro multimídia
Consiste em passar a água através de um tanque cilíndrico de fibra de vidro, aço carbono ou inox com diferentes meios filtrantes: seixos rolados, antracita, quartzo e outros. Este processo é o primeiro passo para obtenção da água purificada e remove mecanicamente partículas em suspensão de até 15 micra (μm). É um equipamento de baixo custo operacional e manutenção.
Filtração
-Filtração Profunda: as partículas são retidas no interior da matriz filtrante por forças de adesão e retenção mecânica. Tem grande capacidade de retenção de partículas.
-Filtração Superficial: as partículas são retidas devido aos poros menores. Tem baixa capacidade de retenção de sólidos. O filtro de café é um exemplo.
-Filtração por Membrana: a filtração por membranas é uma forma especial de filtração de superfície. Tem uma capacidade baixa de retenção de sólidos, mas bastante precisa. Os poros da membrana são produzidos com pequena variação. Estes sistemas são preferidos para filtrações seguras e para uso farmacêutico.
(fonte:naturaltec)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

O que é um inventário de emissões e para que serve?






SaibaMais!!!

O que é um inventário de emissões e para que serve?
Um Inventário de emissões diretas e indiretas de gases de efeito estufa é a forma de quantificar as fontes de emissão de GEE de uma empresa, evento, processo, unidade, produto, país, atividade ou área.
No entanto a elaboração deste Inventário pode estar baseada em procedimentos e práticas recomendadas por protocolos (GHG Protocol) e normas (ISO 14064).
Os Inventários são divididos em três âmbitos em função das atividades nos quais estão classificadas cada fonte de emissão:
âmbito 1 é denominado Emissões Diretas no qual são quantificadas todas as fontes de emissão provenientes das atividades pertencentes ou controladas pela empresa ou evento
âmbito 2 é denominado Emissão Indireta de GEE associada à Energia nos quais são quantificadas do consumo de energia, calor ou vapor que são consumidas por empresas ou eventos e geradas por outra organização.
âmbito 3 é denominado Emissões Indiretas no qual são identificadas e quantificadas as atividades relacionadas a serviços terceirizados, ou atividades indiretamente ligadas à empresa ou evento que apresentam alguma relevância com relação Emissão de GEE´s.
Após esta quantificação se obtêm, como resultado final, a quantidade de toneladas de carbono emitidas pelas atividades de uma empresa ou evento.
Esta quantidade de toneladas de carbono posteriormente é revertida em um total de números de árvores. Esse cálculo é baseado num estudo realizado pela Fundação S.O.S Mata Atlântica e ESALQ – USP.
(fonte:institutototum)

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