terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Saiba Mais!!! Os 8 princípios da Sustentabilidade





PRINCÍPIOS DA SUSTENTABILIDADE

A sustentabilidade requer o uso eficiente e múltiplo dos recursos, um horizonte no tempo e opções abertas. É importante estabelecer os princípios do gerenciamento ambiental que nortearão as políticas e estratégias a serem propostas neste processo que envolve negociações com as diversas partes interessadas - que muitas vezes têm interesses divergentes.
Estes princípios são:
1 - Princípio da Prevenção
Quase sempre é mais barato prevenir a degradação e a poluição do que mais tarde consertar o estrago. Por vezes é impossível remover completamente a poluição, e o ar, a água ou o solo podem ficar permanentemente degradados. Tratamentos que apenas transferem a poluição de um meio para o outro, além de caros, não são mais aceitáveis. Por exemplo, é sempre melhor reduzir as emissões de uma chaminé pela modificação do processo do que colocando filtros. O controle ambiental deve ser integrado às outras atividades da comunidade, de forma que situações potencialmente perigosas possam ser reconhecidas logo e evitadas.
2 - Princípio da Precaução
Quando há dúvidas sobre as conseqüências ambientais de uma ação deve-se agir com cautela. Continuar uma atividade cujo impacto ambiental é desconhecido enquanto espera-se a prova científica de sua periculosidade é uma imprudência. A prova científica final pode informar que é tarde demais para reverter os malefícios. Mesmo quando não há uma relação cientificamente provada entre causa e efeito, se existem dúvidas sobre a origem do problema, justifica-se uma ação preventiva, especialmente quando há riscos para a saúde.
Assim, as decisões tanto públicas quanto privadas devem se guiar por uma avaliação cuidadosa para evitar, quando possível, danos sérios ou irreparáveis ao meio ambiente e por uma avaliação das conseqüências de várias opções.
3 - Princípio Poluidor-pagador
O princípio do poluidor-pagador já está em uso há muitos anos e parece já ser de senso comum que o responsável pela poluição deve se responsabilizar pelos custos de remediar o estrago causado. Mas para este princípio funcionar de forma sustentável é necessário atentar para alguns fatos.
A degradação também deve ser considerada como poluição. Cortar uma floresta não causa poluição direta mas degrada o meio ambiente; portanto, devem ser exigidas medidas compensatórias.
O pagamento não implica em licença para poluir. O responsável por uma atividade potencialmente poluidora não pode, após pagar ao governo uma soma calculada como suficiente para reparar os estragos, continuar suas atividades poluidoras. Ou apenas receber uma multa, ou multas repetidas, e não tomar as medidas necessárias para sanar definitivamente o problema.
Transferir a poluição de um meio para outro não é compatível com a sustentabilidade. O ônus de mudar processos e métodos para reduzir a poluição ao mínimo deve ser da indústria, mas também da sociedade, que deve questionar a necessidade e evitar o consumo de produtos de uma indústria altamente poluidora. Isto leva ao debate sobre quem é o poluidor. É fácil apontar uma fábrica como poluidora, mas ela não existiria se não houvesse demanda por seus produtos.
Assim, o consumidor também pode ser visto como uma das causas da poluição, e esta justificativa ser usada para repassar os custos das medidas anti poluição ao produto final. Mas devemos lembrar que os consumidores não têm controle sobre como a indústria gerencia seus processos de produção.
4 - Princípio da Cooperação
Todas as pessoas afetadas pelo resultado do planejamento ambiental devem estar envolvidas na formulação dos planos. Os problemas ambientais não têm limites geográficos ou burocráticos. A cooperação de todos no planejamento e implementação de ações ambientais pode facilitar o caminho.
5 - Trabalhar dentro do ecossistema
O conceito de ecossistemas urbanos não é novo. Qualquer sistema pode ser avaliado em termos de inputs e outputs. Os sistemas naturais são fechados e neles tudo se recicla. Os sistemas urbanos são abertos, importando matéria-prima de outras áreas e gerando lixo. Para trabalhar de forma sustentável é preciso fechar o ciclo, transformando refugos em matéria-prima. Este é um conceito simples, difícil de ser posto em prática. Existem muitas relações entre causas e efeitos e é necessário flexibilidade no gerenciamento ambiental para ajustar as ações de forma a antecipar possíveis efeitos negativos.
Todo recurso ambiental tem uma "capacidade de suporte" - a velocidade máxima na qual é possível explorar o recurso sem esgotá-lo, ou usá-lo para absorver ou limpar poluentes sem destruí-lo. Para algumas substâncias não existe "capacidade de suporte". Nenhum processo natural pode quebrá-las ou torná-las inócuas. É o caso, por exemplo, dos metais pesados. Sustentabilidade é criar políticas que mantenham o desenvolvimento dentro dos limites da "capacidade de suporte", e não aumentar nossas demandas indefinidamente
6 - Igualdade intra e entre gerações
A igualdade se refere à justiça, oportunidades e acesso a uma ampla gama de áreas da vida. Descreve uma relação entre pessoas e não um padrão mínimo. Para assegurar a igualdade precisamos lidar com questões de desvantagens econômicas, sociais e físicas. A igualdade intra gerações deve ser tratada como um objetivo tal como a eficiência econômica ou a integridade ambiental. Alcançar a justiça social sem dúvida requer soluções inovadoras e muito mais atenção do que vem recebendo. É importante que a justiça social seja um dos princípios nos quais basearemos nossas decisões. Para assegurar a igualdade entre gerações, a geração atual deve assegurar que a saúde, diversidade e produtividade do meio ambiente seja mantida ou melhorada em benefício das gerações futuras.
7 - Compromisso com a melhoria contínua
Alcançar um objetivo de longo prazo requer o compromisso de progresso contínuo nesta direção. É relativamente fácil gerar um surto inicial de entusiasmo e atividade, mas é necessário um compromisso com o progresso contínuo para manter o esforço ao longo do tempo. Comprometer-se a fazer progresso contínuo em direção à sustentabilidade requer que o impacto potencial de todas as atividades, mesmo as aparentemente triviais, seja avaliado e que as mudanças sejam implementadas num ritmo adequado. Quanto maior a velocidade da mudança, mais difícil e cara se torna a transição. Por exemplo, é mais fácil melhorar a eficiência no uso da água aos poucos, durante anos, do que alcançar uma melhora de 20% em um ano.
8 - Responsabilidade
Os governos locais são responsáveis perante às comunidades que servem. Devem manter as pessoas informadas de forma compreensível, não apenas sobre as decisões que estão sendo tomadas, mas também sobre as implicações destas decisões na consecução da sustentabilidade. Também devem oferecer oportunidades para que a comunidade possa opinar sobre as políticas e princípios que guiam o processo decisório.
Outros princípios a serem levados em consideração são, por exemplo:
- Ninguém deve ficar em situação pior do que a atual. Quando necessário deve haver compensação financeira, alternativas para meio de sobrevivência, etc.
- Os acordos nacionais e internacionais devem ser respeitados
- Deve se manter as opções em aberto em busca de novas alternativas
- Monitoramento da implementação das decisões
- Consulta pública com representação eqüitativa
 -Cronograma claro e razoável com um limite de tempo estabelecido
- Viabilidade econômica
- Não causar impactos irreversíveis
(Fonte: users.matrix)

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Fique por dentro!!! Saiba como funciona o tratamento de Água




Saiba como funciona o tratamento de Água

O "Tratamento de Água" é um longo processo de transformação pelo qual a água passa, até chegar em condições de uso para abastecer a população, independente da função que ela terá.
Assim, depois de captada nos rios barragens ou poços, a água é levada para a estação de tratamento, onde passa por várias etapas, que será mais complexo dependendo das impurezas existentes na água.
Etapas de Tratamento da Água
O tratamento de água é feito por químicos, biólogos, ou outros profissionais de áreas laboratoriais, que seguem várias etapas, a saber:
Oxidação: a primeira etapa do processo é misturar cloro na água para oxidar os metais presentes, principalmente o ferro e o manganês, que se apresentam dissolvidos na água.
Coagulação e Floculação: a água é misturada com o sulfato de alumínio, um coagulante que possui propriedades que ajudam a formar flocos gelatinosos, que vai servir para unir as impurezas e facilitar sua remoção. A floculação irá agitar a água, com a ajuda de pás giratórias.
Decantação: nessa etapa, a água passa lentamente pelos decantadores, permanecendo assim de 2 a 3 horas. Esse processo facilita que os flocos de impurezas se depositem no fundo do decantador.
Filtração: após passar pelos decantadores, a água vai para os filtros, onde são retiradas as impurezas que permanecem na água. Os filtros são formados por camadas de carvão ativado, que retira o odor e o sabor das substâncias químicas utilizadas. Por areia, que filtra as impurezas restantes e por cascalho que tem a função de sustentar a areia e o carão.
Desinfecção: o cloro é usado para a destruição de micro-organismos presentes na água. A ozonização e a exposição à radiação ultravioleta também podem ser usadas nesse processo.
Fluoretação: depois de ser filtrada, a água já está potável, nessa etapa é adicionado cloro e o flúor para a prevenção de cáries.
Correção do pH: nessa etapa, se necessário, é adicionado mais cal hidratado para a correção do pH.
Ortopolifosfato de Sódio: é acrescentado na última etapa, para proteger a tubulação contra a corrosão e a oxidação.
Por fim, a água está pronta para o consumo, permanecendo armazenada em reservatórios fechados e impermeabilizados, para então ser distribuída para a população.
O complemento de todo esse processo é um trabalho contínuo de conservação e vigilância, com a tomada de amostras em diversos pontos do sistema e análises físicas, químicas e biológicas, para garantir a qualidade sanitária da água a ser consumida.
(Fonte:todamatéria)


sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Empreendedores criam projeto de tratamento de água a preços populares!



Empreendedores do norte do Paraná desenvolveram um projeto de microestação sustentável para tratamento de água em áreas agrícolas. Chamado Saneia, o projeto é um dos sete integrantes do Programa Natureza Empreendera, da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Paraná, que até 2023 vai implantar soluções para problemas ambientais no litoral norte do estado, com o viés do empreendedorismo.
O Saneia é resultado de debates entre participantes de um dos sete grupos que reuniram 35 empreendedores, dos 70 inscritos no programa, para a apresentação de propostas que associassem renda com impacto social positivo no meio ambiente, nos municípios de Antonina, Morretes, Paranaguá e Guaraqueçaba. “Os 35 se aglutinaram em sete grupos e cada um preparou protótipos de ideias e negócios diferentes. Com o apoio dos consultores do Sebrae, as ideias se transformaram em modelos de negócios, com definição de quanto seria a receita, o público-alvo, o investimento necessário para sair do papel”, informou o coordenador de Negócios e Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Guilherme Karam, em entrevista à Agência Brasil.
“Para chegar ao fim dos cinco anos com bons projetos rodando e ativos, a gente precisaria fazer um programa inicial de ideação [geração de ideias] com foco em modelos de negócio. A gente foi atrás de empreendedores nesses quatro municípios, que gostariam de aliar desenvolvimento de um modelo de negócios que, além de ser rentável, gere impacto positivo para a sociedade e para o meio ambiente”, completou.
Criado por cinco moradores da região, a ideia do Saneia é tratar o esgoto local e poder reutilizar a água ou devolvê-la limpa para os rios. Para isso, o negócio prevê o desenvolvimento do Sistema Mestre, que é uma microestação sustentável de tratamento de esgoto, especialmente para atender a pequenos produtores rurais, que enfrentam a falta de coleta adequada.
“O mais interessante desse programa é que o custo de implantação é de pouco menos de R$ 500 por família. Isso é surpreendente ao se pensar no custo para ligar uma casa à rede de esgoto, quando existe”, comentou Karam.

Modelo

Na primeira fase do processo, a filtragem do esgoto é feita por plantas, que retiram a matéria orgânica e os metais pesados, atuando como um sistema de fitorremediação. Depois, a água passa por um reator de bactérias, capaz de remover 99% dos microrganismos presentes. O criador do reator, o produtor Wilson Cunha Gonçalvez, informou que construiu o equipamento porque trabalha com depuração de ostras e necessita de água limpa. “Eu precisava liberar água limpa no ambiente e inventei um reator para liberar a minha água. Veio um estalo de que poderia utilizar também na desinfecção de esgoto. Acabei fazendo um protótipo pequeno para ser acessível a moradores de áreas isoladas e pobres e em ilhas. Então, ele se tornou algo bem versátil”, disse o inventor.
Para Wilson, uma das grandes vantagens do Saneia é a possibilidade de interligação de várias casas a um mesmo sistema, o que permitirá a redução de custos divididos pelos pequenos proprietários rurais. Na utilização que fazia com o sistema de decantação, ele já tinha obtido o laudo do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), atestando a possibilidade de liberar a água no meio ambiente depois desse tratamento. “A minha água que sai direto do sistema de tratamento, por decantação, já dá reuso pelo Conama”, informou. Com a evolução do reator, a água poderá ser utilizada para molhar plantas, sem problemas no contato humano.
Segundo ele, agora, o Saneia precisa da certificação de excelência, com a qual vão surgir os investidores para garantir que mais produtores possam ser atendidos pelo Sistema Mestre. “Sem atingir a excelência, não vou pôr o reator no mercado, mas acredito que no máximo em 30 dias eu consiga atingir a excelência”, contou, acrescentando que aguarda o resultado desse outro laudo.
Maria Alice de Moraes, participante do projeto que criou o Sistema Mestre, está otimista com a sua implementação. “A ideia é que o projeto vá para a frente. Estamos super empolgados e animados e procurando formas de fazer isso acontecer”, disse.
De acordo com a Fundação Boticário, a operação da microestação requer uma equipe de três pessoas para fazer a manutenção, possibilitando ainda a criação de empregos na comunidade.

Acesso à coleta

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), indicam que quase 100 milhões de brasileiros não têm acesso à coleta de esgoto e aproximadamente 54% dos esgotos do país não são tratados. “Acredito que a força desse projeto é tentar diminuir essa taxa, pelo menos em alguns locais do país, nessa questão de esgoto. Todo cidadão deveria ter na sua casa um sistema de saneamento decente”, afirmou Maria Alice, lembrando que, em Antonina, 70,63% da população não têm tratamento de esgoto. “É extremamente precário. É esgoto a céu aberto e pessoas que morrem por alguma contaminação. É bem complicado”.
Maria Alice, que estuda Tecnologia em Gestão Ambiental, alertou que no litoral paranaense, onde se desenvolve o Programa Natureza Empreendedora, a falta de saneamento ainda se reflete na poluição das praias. “A gente vê a quantidade de esgoto jogada nas praias, além de causar vários problemas à saúde, que é um ponto principal, ainda faz com que a gente perca o turismo e várias coisas que teria com um local limpo”.
O Programa Natureza Empreendedora começou em 2018 com o objetivo de identificar o potencial empreendedor, aliado à conservação da Mata Atlântica, em alguns municípios da região do Lagamar paranaense.

Área preservada

Guilherme Karam destacou que o local onde o projeto é desenvolvido integra a maior área remanescente contínua de Mata Atlântica conservada no Brasil, com quase 2 milhões de hectares de floresta continua, numa região que vai do norte de Santa Catarina ao sul de São Paulo. “Para conservá-lo, uma das formas é por meio do empreendedorismo positivo. A gente entende o estímulo a negócios de impactos positivos, que são os que, além de gerar lucro, deixam impacto positivo para a sociedade e para a natureza. É um caminho interessante para gerar conservação da biodiversidade”, disse.

terça-feira, 29 de outubro de 2019

Fique por dentro!!! Qual a diferença entre ativo ambiental e passivo ambiental?



Fique por dentro!!!


Qual a diferença entre ativo ambiental e passivo ambiental?

Toda atividade econômica gera impactos ambientais, em menor ou maior grau. A amplitude do dano ambiental depende do porte da empresa, da natureza do negócio, das matérias-primas utilizadas, do ciclo de produção e dos recursos e investimentos aplicados. No entanto, por menor que seja o dano ambiental, a empresa é sempre responsável pela adoção de medidas para minimizar este impacto, recuperando ou compensando a degradação decorrente de suas operações.
Ativo ambiental e passivo ambiental: quais as diferenças?
Ativo ambiental
Os ativos ambientais da empresa abrangem máquinas, equipamentos, estoque de insumos, peças e acessórios já adquiridos e utilizados na contenção e eliminação de impactos ambientais. Entram na conta de ativos ambientais: investimentos em pesquisa, tecnologias, instalações, equipamentos, maquinário, entre outros recursos que têm o objetivo de controlar os impactos ambientais decorrentes do processo produtivo, que envolve o uso de recursos naturais e a geração de resíduos poluentes.
Passivo ambiental
Fazem parte do passivo ambiental as obrigações assumidas pela organização,  de maneira voluntária ou não, para recuperar, preservar e proteger o meio ambiente. Também constituem o passivo ambiental as obrigações que proporcionam benefícios para o meio ambiente, como a utilização de recursos de modo sustentável.
O passivo ambiental deve ser incluído no balanço patrimonial da empresa, assim como os investimentos e aplicações de recursos para conter, eliminar e recuperar danos ao meio ambiente (ativos). Nos processos de privatização e venda de empresas, o passivo ambiental é um elemento importante para a tomada de decisão, uma vez que implica em custos para os novos donos. Identificar o passivo ambiental de uma empresa é imprescindível para evitar prejuízos futuros.
Quais as diferenças?
A principal diferença entre esses dois conceitos é que o ativo ambiental abrange tudo o que a empresa faz antes de iniciar suas operações para controlar os impactos ambientais, enquanto o passivo ambiental corresponde aos investimentos e ações realizados para recuperar os danos causados ao meio ambiente. Ativo e passivo ambiental devem ser usados em demonstrações sobre os investimentos que a empresa realiza para reduzir, eliminar e compensar os danos ao meio ambiente.
(Fonte:fragmaq)

domingo, 20 de outubro de 2019

A importância da manutenção de poços artesianos






Fique por dentro!!!

A importância da Manutenção de poços artesianos.

A manutenção de poços artesianos é um serviço realizado por empresas especializadas em poços artesianos, seja em caráter de prevenção ou de correção. O procedimento de revisão de reservatório artesiano visa o aperfeiçoamento para abastecimento contínuo de qualidade.
AS VANTAGENS DA MANUTENÇÃO DE POÇOS ARTESIANOS DE QUALIDADE
O perfeito funcionamento dos poços artesianos está intimamente ligado a um cuidado em específico para o qual o utilizador do poço artesiano deverá atentar-se: os períodos de revisão da obra como um todo. A manutenção de poços artesianos realizada corretamente acarreta benefícios tais como prolongamento da vida útil, diminuição de consumo de energia, minimização da depreciação de materiais e equipamentos, aumento da produtividade de recursos, racionalização de trabalho de equipes, padronização de equipamentos e materiais e diminuição de estoques.
manutenção de poços artesianos corretiva age visando a solução de uma possível interrupção no recebimento dos recursos hídricos. Empregada em caráter preventivo age para revisar e analisar a performance do conjunto em sua totalidade para evitar qualquer circunstância anormal que possa comprometer sua utilização.
Dentre as principais motivações da manutenção, encontram-se as obstruções de filtros, a deterioração da estrutura do poço, a produção de areia e defeitos nos dispositivos de bombeamento. A estas ocorrências passíveis de manutenção de poços artesianos denominam-se problemas mecânicos. Outro grupo de ocorrências são os problemas hidráulicos, que comprometem a produção de água, assim como a vazão adequada de bombeamento.
Quando é efetuada a manutenção de poços artesianos, as causas regularmente encontradas são: interferências de poços análogos, obstruções das zonas fraturadas e seções filtrantes, taxa de bombeamento superior à taxa de recarga do aquífero e superbombeamento.  
Outro aspecto de válida observação reside nos problemas relacionados à qualidade da água; problemas de incrustação e corrosão no aquífero, no poço e sistema de bombeamento, e são causados por características incrustantes e corrosivas da água subterrânea, ou por alterações nos aspectos físico-químicos e bacteriológicos da água.
Vale ressaltar que o tipo de perfuração interfere no tipo de manutenção de poços artesianos a realizar.
H2o online realiza plenamente todos os serviços que se destinam a manutenção de poços artesianos. Operando em poços artesianos desde seu projeto até a concretização de sua perfuração, construção, limpezas químicas ou mecânicas, análise de qualidade da água, testes de vazão, manutenção de poços artesianos, seja ela preventiva ou corretiva, assistência técnica para reparo de componentes, venda de equipamentos novos, assim como o fornecimento de gestão documental para o processo de obtenção de licenças e outorgas frente aos órgãos competentes.

domingo, 6 de outubro de 2019

Fique por dentro!! O que é superfície terrestre?




Saiba Mais!!!

O que é superfície terrestre?
A superfície terrestre envolve uma interposição entre litosfera, hidrosfera e atmosfera, oferecendo condições para a formação da biosfera.
A superfície terrestre corresponde à porção mais externa da crosta terrestre, é o lugar onde o ser humano habita e manifesta a suas atividades. A sua porção continental, isto é, a sua localização acima do nível dos oceanos é chamada de terras emersas, e sua porção oceânica é chamada de terras imersas, que ocupam 71% de toda a sua área.
Ao contrário do que muitos pensam, a ciência que estuda a superfície terrestre não é a Geografia. Na verdade, essa é apenas uma entre as diversas áreas do conhecimento que procuram compreender essa dimensão da Terra, cada uma com a sua respectiva abordagem.
Entre várias abordagens sobre a superfície da Terra, cita-se várias concepções científicas, seja para representação em mapas (Cartografia), seja para a sua composição molecular (Química), seja para o estudo dos seres vivos que nela se manifestam (Biologia), ou até para compreender a sua estruturação e transformação pelas atividades humanas (Geografia), dentre várias outras possibilidades.
A superfície terrestre é resultante da interposição entre três camadas, a litosfera (porção sólida), a atmosfera (porção gasosa) e a hidrosfera (porção líquida). Juntas, essas camadas permitem a existência de uma quarta expressão sobre a camada superficial da Terra: a biosfera, onde se manifesta a vida.
Compreender a composição, bem como os processos de formação e transformação da superfície terrestre é de extrema importância para as atividades humanas, pois o seu conhecimento influencia ações de planejamento e reconstrução de espaços geográficos, vegetais, animais e outras manifestações externas.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Planeta Terra já está com déficit de recursos naturais em 2019.




Fique por dentro!!!

Planeta Terra já está com déficit de recursos naturais em 2019.

 Global Footprint Network, organização internacional fundada em 2003 que mede a pegada ecológica, divulgou um resultado bem preocupante nesta segunda (29). Isso porque ela diz que o planeta Terra alcançou o limite máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem prejuízos ao meio ambiente em 2019. 
Normalmente, com o tempo, a natureza é capaz de renovar os recursos naturais essenciais para a sobrevivência humana, tais como a água, minério, petróleo, entre outros. Todavia, com essa divulgação Global Footprint Network, acabamos entrando numa fase onde todos esses itens usados pela humanidade começarão a ficar cada vez mais escassos.
De acordo com Mathis Wackernagel, coinventor da pegada ecológica e fundador da Global Footprint Network, do modo atual, necessitamos de 1,75 Terra para continuarmos a sobreviver, de forma que, desde 1970, o nosso planeta azul começou a entrar em um déficit de recursos naturais, com a data-limite dele chegando de uma forma cada vez mais acelerado ano a ano.
A pegada ecológica, usada como “métrica” pela organização internacional, serve para contabilizar a quantidade de recursos naturais que são consumidos por uma pessoa ou uma população. Conforme o Global Footprint Network, a alta pegada ecológica está “voltando em forma de desflorestarão, erosão e perda de biodiversidade”, além de estar “levando a alterações climáticas e a secas, incêndios e furacões cada vez mais graves”.
(Fonte: canaltech)

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