sexta-feira, 17 de maio de 2019





OUTORGAS (LICENÇAS) DE DIREITO DE USO DA ÁGUA.
Em qualquer tipo de intervenção ou uso de recursos hídricos, é necessário que se obtenha a outorga ou o licenciamento nos órgãos ambientais responsáveis. A H2O Soluções em Meio Ambiente e Água realiza, dentre outros serviços:
Outorgas para regularização de uso dos recursos hídricos nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;
Licenças de captação de águas superficiais, travessias, barramentos, poços de água subterrânea e lançamentos de efluentes em corpos d’água;
Cadastramento nas Vigilâncias Sanitárias municipais e monitoramento mensal da qualidade da água, conforme exigências da VISA;
Obtenção de Parecer Técnico junto à CETESB, para o caso onde existam áreas contaminadas próximas ao poço e/ou captação.
LICENCIAMENTO PARA ÁGUA MINERAL
A exploração de água mineral pode ser feita por qualquer cidadão ou empresa, desde que este possua uma Portaria de Lavra, isto é, uma autorização do Governo Federal concedida através do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. Para se realizar o engarrafamento de água mineral, por exemplo, existem procedimentos técnicos e legais que precisam ser cumpridos. A H2O Soluções em Meio Ambiente e Água presta assessoria desde o início até a finalização desse processo, executando serviços tais como:
Elaboração do Plano de Pesquisa e requerimento do Alvará de Pesquisa (autorização para se pesquisar água mineral numa dada região);
Execução da Pesquisa para exploração de Água Mineral abrangendo todas as etapas necessárias (mapeamento, perfuração dos poços e relatório final de pesquisa);
Elaboração do Plano de Aproveitamento Econômico, ou o anteprojeto da mineração e do engarrafamento da água mineral;
Requerimento do Pedido de Lavra e Licenciamento junto aos órgãos ambientais envolvidos;
Projeto da indústria e definição dos equipamentos de engarrafamento.

Saiba mais sobre nossos serviços

Conheça nosso site: www.h2oonline.com.br

(www.h2oonline)

sábado, 4 de maio de 2019

Fique por dentro!!! O que é e para que serve a Biorremediação?




O que é e para que serve a Biorremediação?

Biorremediação é o nome que recebe o processo em que os organismos vivos como plantas ou microrganismos podem ser usados para remoção ou redução das concentrações de substâncias poluentes em ambientes onde se encontram. Esse método vem sendo recomendado pela comunidade científica, pois não causa poluição secundária, ou então causa menos do que os outros métodos. Essa ação, no entanto, não é imediata, pois mesmo os seres que conseguem absorver as substâncias químicas pesadas para limpeza da área afeada tem seus limites e ação condicionada. Por isso, empresas vêm trabalhando em pesquisas e desenvolvimento genético dos organismos de forma a modificar os genes aumentando sua capacidade de absorção dessas substâncias, ou seja, a capacidade de despoluir.
Esse processo veio como uma solução para um problema antigo: quando falava-se em reconstituir uma área afetada, tratava-se da coleta e retirada do material que contaminava o local, mas sem saber onde colocá-lo. Isso gerava risco de contaminação de um segundo lugar.
Outro processo que, atualmente ainda é usado, é o esquecimento. Esse consiste apenas no isolamento da área e na espera de que a natureza consiga promover sua limpeza.
Objetivos
O processo tem como objetivo promover a restauração do equilíbrio ecológico em determinado ambiente que foi afetado pela poluição. Além disso, visa proteger as espécies preservando a cadeia alimentar em todos os níveis trópicos.
Onde pode ser aplicado?
Esse processo vem sendo adorado por muitos países que acabam investindo milhões de dólares nisto. Entre os que mais tem investido nessa tecnologia estão os Estados Unidos e os países da Europa. O método pode ser implantado em águas subterrâneas ou superficiais, assim como solos e efluentes industriais.
Como funciona?
Os processos de biorremediação, entre si, são muito particulares, precisando quase sempre passar por uma adequação e otimização para diferentes locais que foram afetados pela poluição. Para que isso funcione, é preciso analisar alguns pontos e passar por um processo:
Avaliação da natureza do composto que será usado
Caracterização da poluição – contaminação do ambiente
Planejamento do melhor tipo de biorremediação que pode ser usado
Decisão por biorremediação in situ ou ex situ
Com isso, deve-se escolher o tipo de processo de biorremediação: usando plantas ou microrganismos.
(Fonte: estudopratico)



domingo, 28 de abril de 2019

Você sabia!!! Dez maiores cidades do Vale têm agrotóxicos na água!!!




Dez maiores cidades do Vale têm agrotóxicos na água, diz estudo.
Investigação conjunta da Repórter Brasil, Agência Pública e Public Eye revela que um coquetel que mistura 27 agrotóxicos foi encontrado na água de abastecimento das 10 maiores cidades do Vale do Paraíba entre 2014 e 2017.

Da redação@jornalovale | @jornalovale
Coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi encontrado na água das 10 maiores cidades da RMVale --80% da população da região-- entre 2014 e 2017. No período, as empresas de abastecimento detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar.
Desses, 16 são classificados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas, como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas.
Os dados são do Ministério da Saúde e foram obtidos e tratados em investigação conjunta da Repórter Brasil, Agência Pública e a organização suíça Public Eye.
Segundo as agências, as informações são parte do Sisagua (Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.
Dos 27 agrotóxicos monitorados, de acordo com o levantamento, 20 são listados como altamente perigosos pela Pesticide Action Network, grupo que reúne centenas de organizações não governamentais que trabalham para monitorar os efeitos dos agrotóxicos.
Para a lei brasileira, porém, o problema é pequeno. Apenas 0,3% de todos os casos detectados de 2014 a 2017 ultrapassaram o nível considerado seguro para cada substância.
No Vale, Jacareí, Ubatuba e São José tiveram os piores resultados no estudo, respectivamente com 25, 24 e 22 agrotóxicos detectados na água acima do limite considerado seguro na UE (União Europeia).
As demais cidades também registraram número de pesticidas superior ao limite da UE: 17 em Pinda, 16 em Caraguatatuba, 14 em Lorena, 12 em Taubaté e 10 em Guaratinguetá.
(Fonte:ovale.com.br)

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Fique por dentro!!! O tratamento de água




O "Tratamento de Água" é um longo processo de transformação pelo qual a água passa, até chegar em condições de uso para abastecer a população, independente da função que ela terá.
Assim, depois de captada nos rios barragens ou poços, a água é levada para a estação de tratamento, onde passa por várias etapas, que será mais complexo dependendo das impurezas existentes na água.
Etapas de Tratamento da Água
O tratamento de água é feito por químicos, biólogos, ou outros profissionais de áreas laboratoriais, que seguem várias etapas, a saber:
Oxidação: a primeira etapa do processo é misturar cloro na água para oxidar os metais presentes, principalmente o ferro e o manganês, que se apresentam dissolvidos na água.
Coagulação e Floculação: a água é misturada com o sulfato de alumínio, um coagulante que possui propriedades que ajudam a formar flocos gelatinosos, que vai servir para unir as impurezas e facilitar sua remoção. A floculação irá agitar a água, com a ajuda de pás giratórias.
Decantação: nessa etapa, a água passa lentamente pelos decantadores, permanecendo assim de 2 a 3 horas. Esse processo facilita que os flocos de impurezas se depositem no fundo do decantador.
Filtração: após passar pelos decantadores, a água vai para os filtros, onde são retiradas as impurezas que permanecem na água. Os filtros são formados por camadas de carvão ativado, que retira o odor e o sabor das substâncias químicas utilizadas. Por areia, que filtra as impurezas restantes e por cascalho que tem a função de sustentar a areia e o carão.
Desinfecção: o cloro é usado para a destruição de micro-organismos presentes na água. A ozonização e a exposição à radiação ultravioleta também podem ser usadas nesse processo.
Fluoretação: depois de ser filtrada, a água já está potável, nessa etapa é adicionado cloro e o flúor para a prevenção de cáries.
Correção do pH: nessa etapa, se necessário, é adicionado mais cal hidratado para a correção do pH.
Ortopolifosfato de Sódio: é acrescentado na última etapa, para proteger a tubulação contra a corrosão e a oxidação.
Por fim, a água está pronta para o consumo, permanecendo armazenada em reservatórios fechados e impermeabilizados, para então ser distribuída para a população.
O complemento de todo esse processo é um trabalho contínuo de conservação e vigilância, com a tomada de amostras em diversos pontos do sistema e análises físicas, químicas e biológicas, para garantir a qualidade sanitária da água a ser consumida.
(Fonte:todamatéria)

segunda-feira, 25 de março de 2019

O risco da perfuração de poços artesianos.




      Saiba Mais!!!

O risco da perfuração de poços artesianos.

Artigo de Dirceu D’Alkmin Telles, consultor da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT)
A escassez de chuvas acabou por despertar a busca por fontes alternativas de água. Em meio a algumas iniciativas louváveis, surgem outras que causam preocupação. É o caso da grande maioria dos poços artesianos perfurados atualmente.
Mesmo com a fiscalização do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), a maioria absoluta dos poços é clandestina e opera de forma inadequada, o que pode contaminar aquíferos, particularmente quando são desativados. Em Ribeirão Preto, conforme o Plano de Saneamento Básico do município há 82 poços nessas condições que afetam o Aquífero Guarani, reservatório subterrâneo com capacidade de 37 milhões de quilômetros cúbicos de água que ocupa áreas no Uruguai, na Argentina, no Paraguai e, principalmente, no Brasil.
Poços clandestinos também expõem a população a graves problemas de saúde. Sem prévia análise técnica, corre-se o risco de se utilizar água proveniente de aquíferos de solos contaminados. Esse tipo de comprometimento é o principal limitador de empreendimentos imobiliários no Estado de São Paulo. A descontaminação é trabalhosa, demorada e inviável economicamente.
A exploração excessiva compromete os níveis dos aquíferos. No caso Aquífero Guarani, o Programa Estratégico elaborado por pesquisadores dos quatro países em 2009 aponta a perda de capacidade como resultada da extração em níveis superiores à recarga e propõe a restrição à perfuração de poços.
Ainda assim, a alternativa se populariza entre condomínios. Boa parte da capital paulista situa-se sobre o Aquífero São Paulo, que ocupa cerca de 1.000 km² que abrangem ainda Guarulhos, São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes e outras cidades. Sua vazão ideal é de 2,8 litros por segundo, podendo chegar a 11 litros por segundo. No caso de um condomínio que possua 100 apartamentos, cada um habitado por cinco pessoas, o consumo giraria por volta de 100 mil litros diários.
A água de reuso pode atender a fins menos exigentes quanto à qualidade e, dessa forma, reduzir o consumo da água tratada, que deve ter como destino usos mais nobres. Um projeto nesse sentido deve priorizar o tratamento de água que já foi usada ou o aproveitamento de águas de chuva. Um projeto de reúso deve considerar, primeiramente, a qualidade da água a ser reutilizada e a qualidade exigida pelo futuro aproveitamento. Esta questão deverá definir a metodologia (processos de tratamento) a ser aplicada no tratamento e o seu custo.
(fonte: aecweb)



sábado, 23 de fevereiro de 2019

Qual a importância do Saneamento Básico e seus principais benefícios?




Saiba Mais!!!

A importância do Saneamento Básico e seus principais benefícios.

 

Saneamento básico é o conjunto medidas que visam garantir a preservação ambiental e manutenção de resíduos, através de serviços de abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, drenagem, limpeza urbana e manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais. Trata-se de serviços que podem ser prestados por empresas públicas ou, em regime de concessão, por empresas privadas, sendo esses serviços considerados essenciais, tendo em vista a necessidade imperiosa destes por parte da população, além da sua importância para a saúde de toda a sociedade e para o meio ambiente.
Com a finalidade de diminuir o impacto ambiental, promover o aumento da qualidade de vida da população e a prevenção de doenças, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição e definido pela Lei nº. 11.445/2007.
- Saneamento básico no Brasil
O atraso relativo do Brasil na área de saneamento tem uma origem histórica distante. Há 50 anos apenas uma em cada três moradias estava ligada à rede geral de coleta de esgoto. Isso significa dizer que apenas 1/3 da população tinha o esgoto afastado de seu local de residência. No que respeita ao tratamento a situação era muito pior: do esgoto coletado, sequer 5% recebia algum tratamento antes do despejo no meio ambiente. Nas últimas décadas a situação melhorou, embora em ritmo ainda lento. Em 2010, o número de domicílios com banheiro ligado à rede geral de coleta ou pluvial alcançou 31,5 milhões, segundo dados do Censo Demográfico (IBGE). A parcela das moradias cobertas com esse sistema passou para 55%, graças ao fato de o ritmo de crescimento das moradias com acesso, de 4,6% ao ano, ter superado a taxa de expansão do número total de domicílios, que foi de 3,5% ao ano de 1950 para cá.
Apesar das conquistas sociais que o Brasil conquistou na última década, ainda falta muito para avançar na questão do saneamento básico. Um levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que o país não conseguirá alcançar a universalização do sistema nos próximos 20 anos se o trabalho de implantar serviços de água e esgoto continuar no ritmo observado. A pesquisa, chamada de Ranking do Saneamento Básico nas 100 Maiores Cidades, inclui os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do ano base de 2012.
A conclusão aponta para uma lentidão nos investimentos no saneamento por parte das três esferas de governo — nacional, estadual e municipal. O projeto de contemplar 100% das localidades brasileiras com saneamento básico nos próximos 20 anos, portanto, já está comprometido. Entretanto, uma melhora foi constatada, a população atendida com água tratada dos 100 maiores municípios passou de 82,7%, em 2012, para 92,2%, em 2013. Do universo de 100 municípios, 22 têm 100% de atendimento dos serviços de saneamento e 89 cidades possuem 80% de suas populações atendidas por rede de esgoto e água.
- Benefícios resultantes do saneamento básico
Saneamento é um fator essencial para o desenvolvimento econômico e social de um país, os serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos levam à melhoria da qualidade de vidas das pessoas, sobretudo na saúde infantil com redução da mortalidade infantil, melhorias na educação, na expansão do turismo, na valorização dos imóveis, na renda do trabalhador, na despoluição dos rios e preservação dos recursos hídricos, etc.
Um estudo do Instituto Trata Brasil, em parceria com o CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), aborda os benefícios da expansão do saneamento brasileiro evidenciando a saúde, educação, valorização imobiliária e na produtividade (trabalho e renda). O pequeno avanço do saneamento básico no país contribuiu para que diversos setores econômicos e sociais fossem prejudicados ao longo das últimas décadas. A posição de 112º entre outros 200 países no Ranking do Saneamento confirmam as dificuldades do Brasil frente ao setor.
(Fonte: Instituto Trata Brasil)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Qual a importância da Sustentabilidade?




Qual a importância da Sustentabilidade?

A sustentabilidade é uma preocupação crescente, uma vez que os recursos naturais estão cada vez mais ameaçados em consequência da ação humana.
São cada vez mais evidentes os impactos negativos que o homem provoca na natureza. A poluição, a destruição de habitats, o acúmulo de resíduos sólidos e a diminuição rápida da biodiversidade são apenas alguns dos exemplos dos problemas ambientais gerados pela ação do homem na atualidade.
Uma das palavras mais utilizadas atualmente para falar de meio ambiente e dos impactos negativos causados pelo homem é sustentabilidade, termo que possui os mais variados significados. Em Biologia, por exemplo, relaciona-se com a capacidade dos ecossistemas de recuperarem-se das agressões do homem e até mesmo do próprio meio ambiente. A sustentabilidade também pode ser usada em conjunto com a palavra desenvolvimento e, nesse caso, referir-se às maneiras de evitar o esgotamento dos nossos recursos naturais e conseguir atender as necessidades da população atual.
De uma maneira geral, podemos falar que a sustentabilidade é a capacidade de manter-se. Quando utilizamos os recursos naturais de maneira sustentável, por exemplo, eles conseguem manter-se por vários anos, não se esgotando facilmente. Percebemos, portanto, que um desenvolvimento sustentável é aquele que não provoca a escassez ou esgotamento de recursos e permite que estes atendam as necessidades das futuras gerações e também as nossas.
(Fonte: modoeducacao)

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