quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Como anda a relação do homem com a natureza?





Como anda a relação do homem com a natureza?

 A relação Homem-Natureza é uma das mais contraditórias que existem, pois ao mesmo tempo que o homem necessita da natureza a destrói com os seus processos industriais. A mesma natureza que oferece matérias-primas para as indústrias criadas pelo homem é aquela que é agredida pelos processos industriais.
O homem entende que os processos industriais existem para gerar empregos, desenvolvimento, conhecimento e uma vida melhor para as pessoas. O grande problema está no fato de que o homem se afastou bruscamente do mundo natural. A partir do momento em que a natureza passa a desaparecer e se revoltar o homem tem um sério problema.
Podemos dizer que o mais curioso das relações Homem-Natureza está no fato de que todos os dias os homens contaminam a água que precisam para sobreviver, o ar que respiram, acabar com o solo do qual provém os seus alimentos enfim sabotar a sua própria sobrevivência.
Cada vez que o homem destrói a natureza está na verdade destruindo a si mesmo e aos seus descendentes. Sem a natureza o homem não pode sobreviver, pois é impossível viver num mundo em que não se pode respirar ou no qual não há água, por exemplo.
Um dos principais problemas que afetam a relação Homem-Natureza é com certeza o elevado índice de consumo e industrialização que foi sendo alavancado com o passar dos anos. Conforme o tempo vai passando vão sendo esgotados inúmeros recursos que a Terra levou milhões de anos para compor.
Grande parte dos desastres naturais que estão destruindo cidades inteiras são causados pela ação do homem e não somente pela natureza. Em geral a natureza é definida como sendo violenta, porém, ela somente mostra a sua pior face por que já foi muito agredida pelo homem.
Os processos industriais criados pelo homem atuam sobre o meio ambiente transformando-o através da poluição da água, do ar, do solo, da destruição de florestas e redução dos ambientes naturais. Hoje em dia existem muitas pessoas que nunca estiveram em contato com o mundo natural.
Isso acaba com o equilíbrio de interação entre os seres do planeta. Esse afastamento reduz a importância do instinto do homem, da sua emoção e espontaneidade na interação com a chamada natureza. Atualmente, existe uma consciência maior de que é necessário intervir nesses processos industriais na busca por uma relação mais harmônica entre o homem e a natureza.
Porém, mesmo havendo essa consciência ainda é difícil observar ações concretas que realmente tenham como objetivo prático priorizar a natureza em detrimento do crescimento da produção da indústria. Os discursos não são coerentes com o que se vê na prática e mesmo sendo urgente pensar num sistema de produção mais sustentável não existem ações que caminhem para isso.
Parece que mesmo todos vendo essa desarmonia na relação Homem-Natureza o processo de degradação só faz aumentar em todo o mundo.
O consumismo é um elemento que contribui e muito para essa relação desigual e perigosa. É sempre bom lembrar que os recursos naturais em geral não são renováveis.
Vamos cuidar da natureza enquanto ainda temos tempo.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Qual a importância da manutenção de poços artesianos?





Qual a importância da manutenção de poços artesianos?

manutenção de poços artesianos é um serviço realizado por empresas especializadas em poços artesianos, seja em caráter de prevenção ou de correção. O procedimento de revisão de reservatório artesiano visa o aperfeiçoamento para abastecimento contínuo de qualidade.
AS VANTAGENS DA MANUTENÇÃO DE POÇOS ARTESIANOS
O perfeito funcionamento dos poços artesianos está intimamente ligado a um cuidado em específico para o qual o utilizador do poço artesiano deverá atentar-se: os períodos de revisão da obra como um todo. A manutenção de poços artesianos realizada corretamente acarreta benefícios tais como prolongamento da vida útil, diminuição de consumo de energia, minimização da depreciação de materiais e equipamentos, aumento da produtividade de recursos, racionalização de trabalho de equipes, padronização de equipamentos e materiais e diminuição de estoques.
A manutenção de poços artesianos corretiva age visando a solução de uma possível interrupção no recebimento dos recursos hídricos. A manutenção de poços artesianos empregada em caráter preventivo age para revisar e analisar a performance do conjunto em sua totalidade para evitar qualquer circunstância anormal que possa comprometer sua utilização.
Dentre as principais motivações da manutenção, encontram-se as obstruções de filtros, a deterioração da estrutura do poço, a produção de areia e defeitos nos dispositivos de bombeamento. A estas ocorrências passíveis de manutenção de poços artesianos denominam-se problemas mecânicos. Outro grupo de ocorrências são os problemas hidráulicos, que comprometem a produção de água, assim como a vazão adequada de bombeamento.
Quando é efetuada a manutenção de poços artesianos, as causas regularmente encontradas são: interferências de poços análogos, obstruções das zonas fraturadas e seções filtrantes, taxa de bombeamento superior à taxa de recarga do aquífero e super bombeamento. Outro aspecto de válida observação reside nos problemas relacionados à qualidade da água; problemas de incrustação e corrosão no aquífero, no poço e sistema de bombeamento, e são causados por características incrustantes e corrosivas da água subterrânea, ou por alterações nos aspectos físico-químicos e bacteriológicos da água. Vale ressaltar que o tipo de perfuração interfere no tipo de manutenção de poços artesianos a realizar.

sábado, 3 de agosto de 2019

Fique por dentro!!! Para que serve a Biorremediação?





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Para que serve a Biorremediação?

A Biorremediação, também chamada de remediação biológica, é uma técnica utilizada para minimizar os impactos ambientais causados pela poluição.
São utilizados agentes biológicos degradadores, particularmente microrganismos (bactérias, fungos, leveduras, enzimas, etc.), os quais desintoxicam as áreas contaminadas pela poluição.
Com isso, eles removem ou neutralizam diversos poluentes tóxicos (orgânicos e inorgânicos) do meio ambiente, os quais estão presentes nos solos, águas (superficiais ou subterrâneas), dentre outros.
O microrganismo utilizado no processo de remediação biológica metaboliza e digere o contaminante. Por conseguinte, ele libera gás carbônico (CO2)e água (H2O).
Um exemplo notório onde a Biorremediação pode ser utilizada é na contaminação (dos solos ou recursos hídricos) por petróleo e seus derivados.
A concentração de sólidos sedimentáveis e nitrogênio amoniacal diminuem (exigência dos órgãos ambientais);
Eliminam-se gordura das caixas e encanamentos;
Abaixam-se os níveis de espuma e a necessidade de limpeza mecânica nas lagoas, roteadores, filtros e caixas;
Pelo fornecimento de oxigênio no processo de transformação da amônia em nitrito e nitrato, combatem o mau cheiro, deixando-o em alguns casos quase imperceptível;
Diminuem a necessidade do uso de aeradores, amenizando o consumo de energia, logo gerando economia de investimentos;
Tem como benefício a prevenção do aparecimento de insetos como baratas e moscas e também de ratos;
Diminuem significativamente o lodo.


domingo, 21 de julho de 2019

Fique por dentro!!! O que é Passivo ambiental?




Fique por dentro!!!



- O que é Passivo ambiental?
De maneira bem objetiva, quando falamos em Passivo ambiental nos referimos aos resíduos produzidos por meio da atuação empresarial, isto é, o lixo que uma empresa produz.
Dentro da contabilidade, o conceito é um pouco mais amplo e detalhado. Em resumo, ele seria toda obrigação, dever e capital aplicado a curto e longo prazo — inclusive o percentual no lucro — que decorre da influência da atividade empresarial no meio ambiente.
Assim, é comum que a atividade empresarial cause algum desequilíbrio ambiental, como a poluição sonora, do ar, de rios e a destruição de áreas verdes. Todo o capital utilizado exclusivamente para minimização ou extinção desses impactos é considerado um Passivo ambiental. Ou seja, é uma obrigação contraída pela empresa perante terceiros que pode se materializar de diferentes maneiras, como:
Recuperação de áreas degradadas;
Indenizações por danos ao meio ambiente;
Reflorestamento;
Criação e execução de projetos para amenizar danos e Pagamento de multas em razão de danos ambientais.
Via de regra, os passivos ambientais costumam ser associados a algo negativo para a empresa, posto que, na maioria das vezes, eles são compostos por multas e penalidades impostas a empreendimentos que agrediram significativamente o equilíbrio da natureza.
Por esse motivo, é comum encontrarmos administradores e empreendedores que apenas vislumbram os pontos negativos de um passivo ambiental.
- Qual a diferença entre Ativo e Passivo ambiental?
Ativo ambiental se trata de máquinas, insumos e peças que a empresa já adquiriu com o objetivo de minimizar os impactos de sua ação na natureza. Portanto, estão inseridos nesse conceito:
Investimentos em pesquisas;
Implementação de tecnologias;
Maquinário e Instalações utilizadas para projetos de educação ambiental.
Passivo ambiental são as obrigações assumidas por um negócio, que podem ser espontâneas ou não, que objetivam proteger, recuperar e preservar o meio ambiente.
Também se incluem nesse conceito aquelas obrigações empresariais que proporcionam benefícios, ainda que indiretos, ao meio ambiente, como a utilização e disposição de maneira mais sustentável de recursos, insumos e máquinas.
Assim, pode-se concluir que a principal diferença entre ativo e Passivo ambiental é que: no primeiro caso temos tudo aquilo que um negócio faz para controlar os impactos ambientais e no segundo caso, temos uma ação voltada para recuperação dos danos causados durante sua operação.
No entanto, os dois dados devem fazer parte do balanço patrimonial de uma empresa e podem ser fatores decisivos no momento da negociação da organização, já que conhecer o nível de Passivo ambiental é fundamental para evitar prejuízos a longo prazo.
Nesse sentido é que percebemos o quanto se preocupar com o Passivo ambiental é imprescindível para a sobrevivência não só do negócio, como de todo o planeta.

domingo, 14 de julho de 2019

Saiba mais!!! Quais são os principais métodos geofísicos mais utilizados para investigações ambientais.





Fique por dentro!!!

Quais são os principais métodos geofísicos mais utilizados para investigações ambientais.
Existe uma variedade de métodos geofísicos que podem ser utilizados nos estudos ambientais, porém os principais e mais adequados métodos, que comumente são aplicados à investigação da contaminação do solo e da água subterrânea, são o geo-radar (GPR), o eletromagnético indutivo (EM), a eletrorresistividade (ER) e a magnetometria.
A vantagem desses métodos em relação a outros métodos geofísicos consiste basicamente na capacidade de detecção direta da contaminação subterrânea e não apenas na identificação das feições geológicas das áreas em estudo.
-Geo-radar (Ground Penetrating Radar – GPR)
 propriedade física: permissividade dielétrica;
princípio: onda eletromagnética refratada e refletida;
aplicação: caracterização geológica e hidrogeológica, localização de resíduos enterrados, localização de dutos e galerias subterrâneas, cubagem em aterros e lixões e detecção de contaminação orgânica ou inorgânica.
- Eletromagnético indutivo (EM)
 propriedade física: condutividade elétrica;
princípio: indução de campo eletromagnético no subsolo;
aplicação: definição das condições hidrogeológicas naturais, localização de resíduos, tambores e tanques enterrados, galerias subterrâneas e delimitação de plumas de contaminação inorgânica.
 -Eletrorresistividade (ER)
propriedade física: resistividade elétrica;
princípio: injeção de corrente no solo;
aplicação: caracterização hidrogeológica, determinação dos estratos geológicos, localização de resíduos enterrados e mapeamento de plumas de contaminantes inorgânicos.
 -Magnetometria (método magnético)
 propriedade física: suscetibilidade magnética;
princípio: determinação de anomalias de materiais ferromagnéticos;
aplicação: localização de tanques, tambores e de resíduos metálicos ferrosos enterrados.
(fonte:geonalisys)


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Fique por dentro!!! O que é GEOFÍSICA AMBIENTAL?




O que é GEOFÍSICA AMBIENTAL?
A Geofísica Ambiental é a área da Geofísica que estuda, avalia e procura soluções que possam minimizar os efeitos danosos causados pela disposição de resíduos em interação direta com o meio ambiente.
A natureza não invasiva dos métodos geofísicos (não afetam e não destroem camadas selantes naturais ou artificiais), aliada ao baixo custo, rapidez e facilidade de aplicação dos ensaios, torna-os particularmente adequados para aplicação no estudo de tais problemas. De uma forma geral a utilização de geofísica na caracterização de uma área afetada por substâncias poluentes consiste na detecção e mapeamento da área afetada, profundidade da zona saturada, direção do fluxo subterrâneo e profundidade do substrato rochoso. O estudo dessas características possibilita a avaliação do nível de poluição do local para orientar medidas de monitoramento e remediação da área afetada.
 Métodos geofísicos utilizados
De uma forma geral a utilização de geofísica na caracterização de uma área afetada por substâncias poluentes consiste na obtenção de informações a respeito da detecção e mapeamento da extensão da área afetada, profundidade da zona saturada, direção do fluxo subterrâneo e profundidade substrato rochoso inalterado. Em alguns casos informações mais específicas podem ser importantes, como velocidade de fluxo, presença de fraturas e fluxo na zona saturada, avaliação de interação entre os poluentes e o meio físico, detecção de tipos específicos de materiais em áreas de disposição de resíduos, definição da espessura e estrutura de depósitos de resíduos.
O fator determinante na escolha do método geofísico adequado ao estudo de um local com problema de poluição ambiental refere-se ao tipo de informação necessária para avaliação do problema. Vários métodos geofísicos são aplicados em estudos ambientais, mas o maior potencial de aplicação é apresentado atualmente pelos métodos da eletrorresistividade e eletromagnético indutivo. A seguir são descritos brevemente como os principais métodos geofísicos são utilizados em trabalhos de Geofísica Ambiental.
Método da Eletrorresistividade
Esse método geofísico emprega uma corrente elétrica artificial que é introduzida no terreno através de dois eletrodos com o objetivo de medir o potencial gerado em outros dois eletrodos nas proximidades do fluxo de corrente. As relações entre corrente elétrica, potencial elétrico e disposição geométrica dos eletrodos no terreno permitem calcular a resistividade real ou aparente em subsuperfície.
O parâmetro resistividade é o inverso da condutividade elétrica, e pode ser considerado como a resistência dos materiais em conduzir a corrente elétrica. A resistividade de solos e rochas é  afetada principalmente por quatro fatores:
Composição mineralógica;
Porosidade;
Teor em água;
Quantidade e natureza dos sais dissolvidos.
Dentre esses fatores, os mais importantes são, sem dúvida, a quantidade de água contida e a salinidade dessa água. O aumento do valor desses fatores, teor de umidade e quantidade de sais dissolvidos, leva a uma diminuição dos valores de resistividade. Essa condição é que permite a imensa possibilidade de aplicação do método em estudos ambientais e hidro geológicos, pois normalmente as substâncias contaminantes geram líquidos com alta concentração em sais.
O método da eletrorresistividade, através das técnicas de sondagem elétrica e caminhamento elétrico, é um dos mais utilizados em estudos ambientais, podendo fornecer informações sobre o perfil natural do solo, profundidade do substrato rochosos e zona saturada, detecção e mapeamento de contaminação.
Método Eletromagnético Indutivo
Os métodos eletromagnéticos envolvem a propagação de campos eletromagnéticos de baixa freqüência e baseiam-se nos fenômenos físicos de eletricidade e magnetismo. Quando uma corrente elétrica passa por uma bobina, é gerado um campo magnético nas vizinhanças dessa bobina. A corrente AC fluindo na bobina cria um campo eletromagnético primário nas proximidades da bobina, que causa o fluxo de correntes secundárias em qualquer condutor presente. As correntes secundárias, ao fluirem pelo condutor criam um novo campo, o campo magnético secundário, que traz consigo informações sobre o condutor. Esse processo é conhecido como indução eletromagnética.
Os equipamentos no método eletromagnético indutivo podem ser denominados genericamente de condutivímetros. O condutivímetro é composto de duas bobinas (emissão e recepção). A bobina transmissora emite um campo magnético primário, que induz, em subsuperfície, correntes elétricas, que geram um campo secundário, como visto anteriormente. A combinação destes dois campos é medida pela receptora, e o equipamento é construído de forma a fornecer a leitura direta da condutividade.
Os dados de condutividade podem ser plotados em perfis, em função da distância, e um conjunto de perfis permite a confecção de mapas de condutividade aparente, que em casos de áreas contaminadas possibilitam a localização e mapeamento da extensão da pluma.  Informações sobre a presença de zonas de fratura e fluxo de águas subterrâneas também podem ser obtidas com o método.  
Radar de Penetração no Solo (GPR)
A técnica de radar de penetração no solo (Ground penetrating radar - GPR) ou georadar oferece uma nova forma de investigação de condições geológicas e geotécnicas rasas. O radar produz uma onda eletromagnética de alta frequência (10-1000 MHz) que é transmitido ao solo, onde a propagação do sinal depende das propriedades elétricas dos materiais existentes. Mudanças das propriedades elétricas do meio geológico fazem com que parte do sinal transmitido seja refletido. O sinal refletido é detectado por um receptor onde é amplificado, digitalizado e armazenado, para ser processado e transformado em registro (radar grama). O GPR oferece a possibilidade de mapeamento com alta resolução de feições e estruturas geológicas.
Em estudos ambientais o GPR tem sido aplicado no mapeamento detalhado de estruturas, topografia do topo rochoso  e profundidade do nível d’água, e no mapeamento de plumas contaminantes. Uma outra possibilidade de utilização do método é na detecção e avaliação das condições de recipientes enterrados com substâncias perigosas, bem como para avaliar  tubulações enterradas. Essa linha mostra grandes perspectivas para a indústria petrolífera, onde as condições gerais de obras enterradas como oleodutos, gasodutos e tanques podem vir a ser avaliados e monitorados através do GPR.
Métodos Sísmicos
Os métodos sísmicos utilizam a propagação de ondas elásticas (geradas artificialmente na superfície) através do meio investigado, com base no fato de que as velocidades de propagação dessas ondas variam em função das propriedades elásticas de solos e rochas. Em interfaces onde a densidade ou velocidade sísmica sofrem mudanças, as ondas sísmicas sofrem os fenômenos de refração ou reflexão. Essas ondas, depois de percorrerem o meio geológico e sofrerem os fenômenos citados acima, são captadas em sensores denominados geofones, que enviam os sinais para serem transformados em registros sísmicos (sismogramas) nos sismógrafos. Pela análise do tempo de percurso das ondas entre o momento de sua geração (tiro sísmico) e o registro do sinal sísmico, podem ser calculadas a velocidade de onda dos meios investigados e as profundidades das interfaces (refratores ou refletores).
Embora sejam consagrados e amplamente utilizados com bons resultados em uma diversidade de estudos relacionados à Geologia de Engenharia, no caso de estudos ambientais, os métodos sísmicos normalmente têm ficado restritos ao mapeamento da topografia do topo rochoso e da estrutura de depósitos de resíduos. Devido aos grandes contrastes de densidade dos materiais presentes em um aterro sanitário (resíduos e cobertura são bastante porosos e pouco compactados; materiais geológicos da base são muito mais densos e compactos), utilização da sísmica uma permite uma boa definição das interfaces entre esses materiais.
Magnetometria
Mudanças locais no campo magnético terrestre resultam de variações no conteúdo mineral magnético de rochas próximas da superfície. No caso de estudos ambientais, o interesse não é por rochas, mas sim por restos de materiais ferrosos e tambores enterrados, que também causam anomalias magnéticas. Tambores enterrados com substâncias perigosas (inclusive radioativas) constituem um problema ambiental em países desenvolvidos. A existência de tambores enterrados com substâncias tóxicas pode ser detectada com ensaio magnético. Normalmente esses tambores são fabricados com materiais ferrosos, e uma vez que são enterrados a alguma profundidade (alguns poucos metros) agem como fonte de anomalia magnética. 

sexta-feira, 17 de maio de 2019





OUTORGAS (LICENÇAS) DE DIREITO DE USO DA ÁGUA.
Em qualquer tipo de intervenção ou uso de recursos hídricos, é necessário que se obtenha a outorga ou o licenciamento nos órgãos ambientais responsáveis. A H2O Soluções em Meio Ambiente e Água realiza, dentre outros serviços:
Outorgas para regularização de uso dos recursos hídricos nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro;
Licenças de captação de águas superficiais, travessias, barramentos, poços de água subterrânea e lançamentos de efluentes em corpos d’água;
Cadastramento nas Vigilâncias Sanitárias municipais e monitoramento mensal da qualidade da água, conforme exigências da VISA;
Obtenção de Parecer Técnico junto à CETESB, para o caso onde existam áreas contaminadas próximas ao poço e/ou captação.
LICENCIAMENTO PARA ÁGUA MINERAL
A exploração de água mineral pode ser feita por qualquer cidadão ou empresa, desde que este possua uma Portaria de Lavra, isto é, uma autorização do Governo Federal concedida através do DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. Para se realizar o engarrafamento de água mineral, por exemplo, existem procedimentos técnicos e legais que precisam ser cumpridos. A H2O Soluções em Meio Ambiente e Água presta assessoria desde o início até a finalização desse processo, executando serviços tais como:
Elaboração do Plano de Pesquisa e requerimento do Alvará de Pesquisa (autorização para se pesquisar água mineral numa dada região);
Execução da Pesquisa para exploração de Água Mineral abrangendo todas as etapas necessárias (mapeamento, perfuração dos poços e relatório final de pesquisa);
Elaboração do Plano de Aproveitamento Econômico, ou o anteprojeto da mineração e do engarrafamento da água mineral;
Requerimento do Pedido de Lavra e Licenciamento junto aos órgãos ambientais envolvidos;
Projeto da indústria e definição dos equipamentos de engarrafamento.

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